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Contra a dengue, Prefeitura de Carmo do Rio Claro planeja limpeza de terrenos particulares


Medida vai ser cobrada proporcionalmente; taxa deve ser incluída no IPTU.


Foto: Reprodução/EPTV







Fonte: G1 Sul de Minas



A Prefeitura de Carmo do Rio Claro (MG) vai notificar proprietários de terrenos particulares que estão sujos e fazer a limpeza dos lotes caso seja necessário. A medida visa combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus da dengue.

Só neste ano, a cidade já registrou 62 casos confirmados da doença, além de 259 notificações. A ação de limpeza está prevista desde junho do ano passado, mas só agora deve ser colocada em prática.

“É falta de mão de obra, porque a gente estava com falta de mão de obra. Agora a gente está normalizando e creio que em breve a gente vai arrumar tudo isso daí e limpar esses terrenos da prefeitura e, posteriormente, os particulares”, explica Euclides Gibin, secretário de Obras do município.

Quando forem notificados, os proprietários terão 30 dias para cuidar do terreno, senão a prefeitura vai fazer a limpeza e cobrar pelo serviço. A taxa vai ser de R$ 3,03 (que é a unidade fiscal do município) por metro quadrado.

“Normalmente são terrenos vazios, então a população que faz a reclamação, quando é atendida, recebe muito bem sim. Agora o proprietário às vezes nem é da cidade, ele compra para fazer investimento e o terreno acaba ficando nessa situação”, diz Roberto de Lima Silva, fiscal de postura.

Problema em terreno da prefeitura
Uma obra parada na cidade também preocupa os moradores. O terreno de Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) que deveria estar funcionando e não foi terminada está com mato alto e lixo no bairro Bela Vista 2. Cenário propício para o aparecimento de focos do mosquito.

Na manhã desta terça-feira, a Secretaria de Obras e os agentes de endemia de Carmo do Rio Claro começaram uma limpeza nos terrenos públicos.

“A gente está buscando facilitar a questão do acesso dos agentes de controle de vetores e endemias do município para eles poderem observar mais os terrenos baldios, a questão de objetos que possam acumular água”, diz George Morais, chefe da Vigilância em Saúde.

Segundo a prefeitura, a obra está parada por falta de repasse de verbas. A unidade foi orçada em R$ 986.600,00, mas o município recebeu apenas R$ 321.840,00.




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