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“Combati o bom combate, acabei a carreira...”



JOSÉ YELAN RIBEIRO: * 20/jul/2001 † 17/mar/2019

JOSÉ YELAN RIBEIRO: * 20/jul/2001 † 17/mar/2019

JOSÉ YELAN RIBEIRO: * 20/jul/2001 † 17/mar/2019

JOSÉ YELAN RIBEIRO: * 20/jul/2001 † 17/mar/2019

Fonte: Da Redação



Lá estava ele, correndo como um cometa, marcando o adversário, incentivando os colegas em campo e dando alegria, muita alegria à torcida. Os gramados de Virgínia o conheceram. Era como um cometa. Num sopro, desmarcava o adversário e cruzava para o atacante em direção ao gol. Foi como um sopro também a sua passagem.
José Yelan Ribeiro, que tanta alegria deu aos torcedores de Virgínia, até o último lance, desta vez, levou-os às lágrimas. E lá estava ele, para despedir-se com alegria, fazendo o que mais gostava e que sabia: gol.
O último deles, no entanto, trouxe consigo um grito embargado na garganta, um misto de alegria pelo gol, e de tristeza pela partida. Aos 17 anos, José Yelan Ribeiro deixou os gramados, definitivamente. Até o último minuto, combateu o bom combate e acabou a carreira...
As chuteiras dele, que tanto gostavam da bola e que deixavam os adversários de sobreaviso, agora não vão mais pisar o gramado. O grito de gol, agora se transforma em pranto. A alegria de vê-lo em campo, tão jovem, habilidoso e com um futuro promissor, será para sempre guardada na lembrança. Até porque, foi assim que ele se despediu: fazendo gol. No último deles, não teve tempo de comemorar. Teve um infarto e despediu-se da torcida, ainda em campo. Para sempre!
José Yelan Ribeiro, o “Zé Yelan do Egito”, como alguns o chamavam, era atleta da Escolinha de Futebol Star Soccer, de Virgínia e estudante da Escola Estadual Delfim Moreira. Ele morava com os pais, no bairro Marques. Nas redes sociais, os amigos deixaram o último adeus. “Sua falta será sentida em todas competições, pois honrava cada campeonato que disputava. Obrigado por tudo amigo!”, registrou a Escolinha que ele defendia. “A vida é um sopro. Então abrace quem você ama, valorize quem está do seu lado, fale o que está em seu coração e não deixe nada para amanhã”, lembra a amiga Lívia Diane.
O colega boleiro Gabriel Costa, que tantas vezes dividiu os gramados com José Yelan, também lamentou o fato de “não ter tempo para despedida”. “Eu te vi hoje (17 de março) e te cumprimentei. Se eu soubesse que era o último ‘e aí, beleza?’ ‘um aperto de mão’, eu teria feito tudo diferente.”
José Yelan Ribeiro deixou os gramados tão de repente como um sopro, e tão rápido como um cometa. Aliás, com a mesma rapidez com que ele se movia em campo. Mas, antes, deixou para os amigos e torcedores a imagem do que ele mais gostava: fazer gols.
À família, amigos e torcedores, nosso voto de pesar pela morte do jovem atleta José Yelan Ribeiro, de toda a família Jornal PANORAMA.




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